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Ter sinais e pintinhas pelo corpo é completamente normal. Suas formas podem variar, assim como tons da cor, que chegam a ser de bem clarinho a bastante escuro. As vezes iguaizinhos ao da pele da pessoa. Alguns são puro charme! Mesmo assim, se for necessário, tem que remover.

Decisão de eliminar as pintas

A maioria das pintas é benigna, como afirmam estudos. Porém está longe de ser uma regra, podendo evoluir para complicações como o câncer de pele. Mas para ficarmos com a consciência tranquila, devemos ir ao Dermatologista, e junto a ele saber se há necessidade da retirada.

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Método avalia necessidade de eliminar as pintas

E se você quiser se autoavaliar pra ver se está correndo algum risco? Bom, você pode fazer uma avaliação preliminar das suas pintas, sim. Desde já pode pelo menos ter uma noção se apresentam riscos a sua saúde. Para isso usamos a regra de nome ABCDE.

Esse método ABCDE será seu auxiliar ao acompanhar a evolução das pintas, de diversas formas, nos intervalos das consultas com o seu Dermato:

Assimetria: ao dividir a pinta ao meio, uma metade ser diferente da outra
Bordas: começam a aparecerem bordas irregulares e contornos com limites imprecisos
Coloração: a mudança de tonalidade da cor anterior, passando a ter várias cores
Diâmetro: a pinta começa a ampliar o seu tamanho (maior que 6mm de diâmetro)

Evolução: qualquer alteração na pinta (coceira, ardência, sangramento e etc)

Caso note algum tipo de evolução nesses aspectos, contacte seu dermatologista. Talvez esteja mesmo na hora de eliminar a pinta, e é essencial que você o deixe orientá-lo em tal decisão.

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Eliminar as pintas por estética

Após consultar o especialista de sua confiança, você pode optar, por fatores estéticos, retirar a sua pinta. É uma decisão até recorrente, uma grande parte das pessoas não curte muito determinada pinta em sua pele.

Se a sua decisão for por remover, há algumas soluções:

1. Cirurgia: 

Geralmente minimamente invasiva, dependendo do diâmetro da pinta. Não se preocupe com a questão da dor, pois leva-se anestesia no local. O procedimento pode deixar uma eventual marquinha de cicatriz, por ser necessário o uso de bisturi.

2. Shaving: Essa é uma técnica também minimamente invasiva, como procedimento cirúrgico. É mais utilizada em pintas pequenas e pedunculadas.

3. Crioterapia: O nitrogênio líquido é outro aliado na remoção de pintas. Com as substâncias criogênicas, ele age causando congelamento do local da aplicação gerando assim destruição das células indesejadas. Mas há alguns efeitos colaterais, como o inchaço, possibilidade de aparecerem bolhas e escurecimento da lesão. No entanto, de 7 a 30 dias depois de fazer o procedimento os efeitos reduzem gradativamente.

4. Tratamento a laser: Prática realizada através da coagulação, vaporização ou corte do tecido. Um efeito colateral possível é acontecer uma queimadura, mas hoje em dia, com o avanço da medicina o efeito é controlado, diminuindo o dano térmico nas bordas laterais.

5. Ativos clareadores: Dependendo do caso. É verídico de que você pode sim usar ativos clareadores, em forma de cremes, gel-cremes, soluções e etc. De novo você precisa consultar seu Dermatologista, pois há diferenças entre o ativo recomendado para uma pessoa, por isso o médico irá receitar aquele de acordo com sua faixa etária.

 

Pérola da Dra. Sandra Azevedo: 

A Prevenção faz toda a diferença. Faça visitas periódicas ao Dermatologista e fique por dentro dos novos equipamentos auxílio-diagnóstico.

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